Por volta da metade da gravidez, chega o momento de um dos exames mais aguardados pelas famílias: o ultrassom morfológico do segundo trimestre.
Nessa fase, o bebê já apresenta estruturas anatômicas suficientemente desenvolvidas para uma avaliação detalhada. O médico consegue observar diferentes órgãos e sistemas, analisar o crescimento fetal e avaliar elementos importantes da gestação, como a placenta e o líquido amniótico.
Também costuma ser um momento cercado de expectativa. Embora ver o bebê na tela seja uma parte especial da experiência, o objetivo principal do exame é médico: avaliar sistematicamente a anatomia fetal e procurar sinais de possíveis alterações estruturais.
Neste artigo, você entenderá quando o ultrassom morfológico deve ser realizado, o que ele avalia, quais são suas limitações e o que pode acontecer caso algum achado precise ser investigado.
O que é o ultrassom morfológico do segundo trimestre?
O ultrassom morfológico do segundo trimestre é um exame detalhado da anatomia do bebê.
Diferentemente de um ultrassom obstétrico mais simples, no qual o objetivo pode ser verificar a vitalidade, a posição ou o crescimento fetal, o morfológico segue uma análise sistemática de órgãos e estruturas.
Durante o exame, o médico avalia diferentes regiões do corpo do bebê, realiza medidas e observa a placenta, o líquido amniótico e outros elementos da gestação.
As diretrizes internacionais recomendam que todas as gestantes tenham acesso a uma avaliação ultrassonográfica no segundo trimestre, mesmo quando o exame do primeiro trimestre apresentou resultado dentro do esperado. Algumas alterações ainda não estão visíveis no começo da gravidez ou ficam mais evidentes posteriormente.
Quando fazer o ultrassom morfológico do segundo trimestre?
O exame pode ser realizado aproximadamente entre 18 e 24 semanas de gestação. E é nessa fase representa um equilíbrio importante: o bebê já apresenta tamanho e desenvolvimento que permitem analisar sua anatomia com detalhes, mas ainda existe tempo para realizar avaliações complementares caso algum achado exija investigação.
A ISUOG considera adequada a realização entre aproximadamente 18 e 24 semanas. A FEBRASGO menciona a avaliação abdominal entre 20 semanas e 23 semanas e 6 dias, com complementação transvaginal para medir o colo uterino quando essa avaliação fizer parte do protocolo.
A melhor semana pode variar de acordo com:
- características da gestação;
- resultado de exames anteriores;
- gestação única ou múltipla;
- posição do bebê;
- indicação do obstetra;
- protocolo utilizado pelo serviço;
- necessidade de avaliações complementares.
Por isso, o agendamento deve seguir a orientação do profissional responsável pelo pré-natal.
Para que serve o ultrassom morfológico?
O objetivo principal é avaliar a formação anatômica do bebê e procurar sinais de possíveis alterações estruturais.
O exame também permite:
- avaliar se o tamanho fetal está compatível com a idade gestacional;
- observar a atividade cardíaca;
- analisar diferentes órgãos e sistemas;
- verificar a posição e o aspecto da placenta;
- estimar o volume de líquido amniótico;
- avaliar o cordão umbilical;
- confirmar o número de bebês;
- complementar a avaliação de gestações múltiplas;
- medir o colo uterino, quando essa avaliação estiver incluída;
- identificar achados que indiquem a necessidade de outros exames.
O morfológico cria ainda uma referência para que avaliações realizadas posteriormente possam acompanhar a evolução do crescimento fetal.
O que é avaliado no ultrassom morfológico do segundo trimestre?
O exame percorre de maneira organizada diferentes partes do corpo do bebê e elementos relacionados à gestação.
Cabeça e cérebro
O médico avalia o formato e as medidas da cabeça, além de diferentes estruturas do cérebro.
Entre os elementos observados podem estar:
- formato do crânio;
- ventrículos cerebrais;
- linha média;
- cavum do septo pelúcido;
- cerebelo;
- cisterna magna;
- outras estruturas do sistema nervoso central.
A análise busca verificar se a anatomia visualizada apresenta as características esperadas para aquela fase da gestação.
Face
A avaliação pode incluir o perfil, as órbitas, o nariz, os lábios e outras estruturas faciais.
A posição do bebê pode facilitar ou dificultar a obtenção de determinadas imagens. Por isso, em alguns casos, pode ser necessário aguardar sua movimentação ou complementar a avaliação em outro momento.
Coluna vertebral
A coluna é observada em diferentes planos para avaliar seu alinhamento, sua continuidade e a pele que a recobre.
Essa análise ajuda a identificar ou levantar suspeitas de alterações no desenvolvimento da coluna e do tubo neural.
Coração
O coração fetal recebe atenção especial durante o ultrassom morfológico.
O exame avalia aspectos como:
- posição e tamanho do coração;
- frequência e ritmo cardíacos;
- quatro câmaras cardíacas;
- vias de saída dos ventrículos;
- grandes vasos;
- relação entre os vasos e a traqueia;
- outras estruturas conforme o protocolo e as imagens obtidas.
A avaliação cardíaca realizada no morfológico funciona como um rastreamento de cardiopatias. Caso exista uma alteração suspeita, um fator de risco ou dificuldade para concluir a análise, o médico pode indicar um ecocardiograma fetal.
O morfológico e o ecocardiograma fetal não são o mesmo exame. O ecocardiograma realiza uma investigação mais direcionada e aprofundada da anatomia e do funcionamento do coração.
Tórax e diafragma
O médico observa o formato do tórax, a aparência dos pulmões e a integridade do diafragma, estrutura que separa o tórax do abdome.
Abdome
A avaliação abdominal pode incluir:
- parede abdominal;
- estômago;
- fígado;
- rins;
- bexiga;
- inserção abdominal do cordão umbilical;
- outras estruturas internas visíveis.
O objetivo é verificar a presença, a localização e o aspecto das estruturas esperadas.
Braços, pernas, mãos e pés
Os membros superiores e inferiores são avaliados quanto à presença, simetria, movimentação, alinhamento e medidas dos ossos longos.
Nem sempre a contagem detalhada de todos os dedos das mãos e dos pés faz parte do protocolo de rastreamento rotineiro. As diretrizes priorizam a análise sistemática dos membros, ossos longos e movimentos.
Genitália
A aparência da genitália externa pode ser avaliada durante o exame.
Muitas vezes é possível visualizar o sexo fetal nessa fase, mas isso depende da posição do bebê, da qualidade das imagens e da idade gestacional.
A identificação do sexo não é o objetivo principal do morfológico. Segundo a ISUOG, a determinação do sexo não integra obrigatoriamente o rastreamento anatômico rotineiro, embora a aparência da genitália externa possa ser observada.
Quais medidas são realizadas?
Durante o morfológico, o médico realiza a biometria fetal, que pode incluir medidas da cabeça, do abdome e do fêmur.
Essas informações são comparadas a curvas de referência para verificar se o tamanho do bebê está compatível com a idade gestacional.
O aparelho também calcula uma estimativa de peso fetal. Trata-se de uma estimativa baseada nas medidas obtidas, e não de uma pesagem exata.
Caso a gestação tenha sido bem datada por um ultrassom realizado no primeiro trimestre, o morfológico normalmente avalia se o crescimento está compatível com essa idade. Uma diferença nas medidas não significa que a data da gravidez deva ser automaticamente modificada.
O exame avalia a placenta?
Sim. O ultrassom morfológico verifica a localização e o aspecto da placenta, além de sua relação com a abertura interna do colo do útero.
Quando a placenta está próxima ou sobre essa abertura, pode ser recomendado um novo exame em outra fase da gestação. A localização observada no segundo trimestre nem sempre será a mesma no final da gravidez, pois a relação entre a placenta e o colo pode mudar conforme o útero cresce.
Caso existam fatores de risco ou sinais de alteração na implantação placentária, o médico pode indicar uma avaliação mais detalhada.
O exame avalia o cordão umbilical?
O médico pode avaliar:
- o número de vasos do cordão;
- sua inserção no abdome fetal;
- aspectos da inserção placentária, quando visualizados;
- outras características consideradas relevantes.
Alguns achados relacionados ao cordão podem exigir acompanhamento, enquanto outros representam variações sem repercussão importante quando aparecem isoladamente.
A interpretação deve considerar o conjunto do exame, evitando conclusões baseadas em uma única informação do laudo.
O exame avalia o líquido amniótico?
Sim. O volume de líquido amniótico faz parte da avaliação.
O líquido desempenha funções importantes na movimentação, na proteção e no desenvolvimento fetal. Alterações em seu volume podem ter diferentes causas e precisam ser interpretadas junto ao crescimento, à anatomia fetal, à placenta e ao quadro materno.
O morfológico também mede o colo do útero?
A medida do colo uterino pode ser realizada junto ao exame com o objetivo de rastrear o risco de parto prematuro espontâneo.
Quando a medida cervical será utilizada para orientar o risco e possíveis condutas, a avaliação por via transvaginal oferece maior precisão. Ela exige consentimento da gestante e técnica padronizada.
A FEBRASGO considera a complementação transvaginal importante para determinar o comprimento do colo uterino, e a ISUOG recomenda que essa avaliação seja considerada quando houver estrutura e treinamento adequados.
A sonda permanece na vagina, sem entrar no útero ou entrar em contato com o bebê.
Para entender melhor essa parte do exame, leia também: ultrassom endovaginal para rastreio de prematuridade.
O ultrassom morfológico detecta todas as malformações?
Não. O exame consegue identificar muitas alterações estruturais importantes, mas não todas.
A capacidade de detecção pode variar conforme:
- tipo e tamanho da alteração;
- fase em que ela se manifesta;
- posição do bebê;
- quantidade de líquido amniótico;
- características do abdome materno;
- qualidade das imagens;
- experiência do profissional;
- resolução e configuração do equipamento.
Algumas condições não causam alterações visíveis no ultrassom. Outras se desenvolvem ou se tornam perceptíveis somente em fases posteriores da gravidez.
Mesmo com bons equipamentos e profissionais experientes, algumas anomalias podem não ser identificadas no exame do segundo trimestre.
Um resultado normal garante que o bebê não tem nenhuma alteração?
Não é possível oferecer essa garantia.
Um exame dentro dos parâmetros esperados é um resultado tranquilizador para as estruturas que puderam ser avaliadas naquele momento. Entretanto, ele não exclui todas as doenças genéticas, metabólicas, funcionais ou alterações que ainda não apresentam manifestação anatômica.
O pré-natal deve continuar normalmente mesmo quando o morfológico apresenta resultado dentro do esperado.
O morfológico detecta síndrome de Down?
O ultrassom morfológico não confirma nem exclui sozinho a síndrome de Down.
O exame pode identificar alguns marcadores ou alterações estruturais associados a um aumento de probabilidade, mas muitos bebês com síndrome de Down podem não apresentar sinais evidentes no ultrassom.
Da mesma forma, um marcador isolado pode aparecer em bebês sem alterações cromossômicas.
Testes de rastreamento, como o NIPT, estimam a probabilidade de determinadas alterações cromossômicas. A confirmação diagnóstica depende de exames genéticos realizados a partir de procedimentos como a amniocentese, quando indicados.
A FEBRASGO reforça que a ultrassonografia pode sugerir uma possibilidade, mas não determina sozinha se o bebê possui ou não síndrome de Down.
O morfológico consegue identificar autismo?
Não. O transtorno do espectro autista não é diagnosticado pelo ultrassom morfológico.
O autismo está relacionado ao neurodesenvolvimento e seu diagnóstico ocorre depois do nascimento, a partir da avaliação do comportamento e do desenvolvimento da criança.
Qual é a diferença entre o morfológico do primeiro e do segundo trimestre?
Os dois exames avaliam fases diferentes e são complementares.
Morfológico do primeiro trimestre
É realizado no início da gestação e pode avaliar:
- desenvolvimento inicial do bebê;
- translucência nucal;
- osso nasal e outros marcadores;
- anatomia disponível nessa fase;
- risco para algumas alterações cromossômicas;
- número de bebês e características de gestações múltiplas;
- outros riscos maternos e fetais, conforme o protocolo.
Morfológico do segundo trimestre
É realizado quando os órgãos e sistemas estão mais desenvolvidos, permitindo uma análise anatômica mais ampla e detalhada.
Um morfológico do primeiro trimestre normal não elimina a necessidade do exame do segundo trimestre. Algumas estruturas são melhor avaliadas posteriormente, e certas alterações podem surgir ou se tornar visíveis com a evolução da gravidez.
Qual é a diferença entre ultrassom morfológico e ultrassom obstétrico comum?
O ultrassom obstétrico pode ser realizado em diferentes momentos e com objetivos variados, como verificar:
- vitalidade fetal;
- posição do bebê;
- crescimento;
- localização da placenta;
- líquido amniótico;
- evolução geral da gestação.
Já o ultrassom morfológico segue um protocolo específico para avaliar detalhadamente a anatomia fetal.
Os exames utilizam a mesma tecnologia básica, mas diferem na profundidade, no objetivo e no protocolo da avaliação.
Qual é a diferença entre morfológico e ultrassom com Doppler?
O morfológico é voltado principalmente à avaliação anatômica do bebê.
O Doppler obstétrico analisa características do fluxo sanguíneo em determinados vasos maternos, placentários e fetais.
O Doppler colorido pode ser utilizado durante o morfológico para auxiliar a visualização de estruturas, principalmente do coração e dos vasos. Isso não significa necessariamente que foi realizado um estudo Doppler obstétrico completo.
Quando indicado, o ultrassom obstétrico com Doppler pode ser solicitado como avaliação complementar.
O morfológico substitui o ecocardiograma fetal?
Não.
O morfológico inclui um rastreamento da anatomia cardíaca, mas o ecocardiograma fetal realiza uma avaliação mais específica e aprofundada do coração.
Ele pode ser indicado quando:
- existe suspeita de alteração cardíaca;
- algum corte do coração não pôde ser adequadamente avaliado;
- há malformação em outro órgão;
- exames genéticos ou marcadores indicam maior risco;
- existe histórico familiar de cardiopatia congênita;
- há condições maternas ou fetais associadas a maior risco;
- o médico identifica outra indicação clínica.
Nem todas as gestantes precisam realizar ecocardiograma fetal.
Como o exame é realizado?
O ultrassom morfológico é realizado principalmente pela via abdominal.
A gestante permanece deitada enquanto o médico aplica gel sobre o abdome e movimenta o transdutor para obter as imagens necessárias.
Durante o procedimento, podem ser realizadas medidas, registros de imagens e análises em diferentes planos. Em algumas situações, o médico pode pedir que a gestante mude de posição, caminhe ou aguarde alguns minutos para tentar obter uma visualização melhor.
A avaliação transvaginal pode ser utilizada para medir o colo uterino, confirmar a relação da placenta com o colo ou complementar outras imagens, quando necessário e com o consentimento da paciente.
Quanto tempo dura o ultrassom morfológico?
A duração varia conforme:
- posição e movimentação do bebê;
- número de bebês;
- idade gestacional;
- características da gestante;
- quantidade de líquido amniótico;
- necessidade de imagens complementares;
- presença de algum achado que exija avaliação mais detalhada.
Em muitos casos, o exame dura aproximadamente entre 30 e 60 minutos, mas pode levar menos ou mais tempo.
Um exame mais demorado não significa necessariamente que exista alguma alteração. Às vezes, o bebê simplesmente decidiu que aquele era um ótimo momento para esconder exatamente a estrutura que o médico precisa observar — pequenos talentos começam cedo.
Precisa de preparo?
Geralmente, não é necessário jejum ou preparo complexo.
A clínica deve informar se existe alguma orientação específica para o atendimento. A necessidade de estar com a bexiga cheia ou vazia pode variar conforme a avaliação planejada e o protocolo do serviço.
É recomendável levar:
- pedido médico;
- cartão ou caderneta de pré-natal;
- ultrassons anteriores;
- resultados de exames genéticos ou laboratoriais relevantes;
- informações sobre medicamentos em uso.
O ultrassom morfológico é seguro?
A ultrassonografia utiliza ondas sonoras e não emprega radiação ionizante.
Quando realizada por profissional qualificado, com indicação clínica e uso adequado do equipamento, é considerada segura durante a gestação. As boas práticas recomendam utilizar a menor exposição necessária para obter as informações médicas, seguindo o princípio ALARA.
O exame não deve ser prolongado apenas para entretenimento ou obtenção de imagens sem finalidade médica.
O que acontece se o bebê não estiver em uma posição adequada?
Nem sempre é possível obter todas as imagens necessárias em uma única tentativa.
Se a posição do bebê limitar a avaliação, o médico pode:
- aguardar alguns minutos;
- pedir que a gestante mude de posição;
- sugerir uma breve caminhada;
- tentar novamente durante o atendimento;
- recomendar o retorno para completar o exame.
A necessidade de repetir ou complementar algumas imagens não significa, por si só, que exista alguma alteração.
O que acontece se o exame encontrar alguma alteração?
Um achado no ultrassom não significa automaticamente que o bebê apresenta uma doença grave.
O próximo passo depende do tipo de alteração, da idade gestacional e da presença de outros achados. A conduta pode incluir:
- revisão detalhada das imagens;
- repetição do ultrassom;
- avaliação especializada em medicina fetal;
- ecocardiograma fetal;
- ultrassom direcionado para determinada estrutura;
- exames de rastreamento genético;
- aconselhamento genético;
- amniocentese, quando houver indicação;
- acompanhamento do crescimento fetal;
- planejamento do pré-natal, do parto e dos cuidados após o nascimento.
Alguns achados são apenas variações da normalidade. Outros podem desaparecer ao longo da gestação ou exigir somente acompanhamento.
Por isso, um item isolado do laudo não deve ser interpretado sem a explicação do médico.
Quando procurar atendimento sem esperar pelo exame?
O morfológico é um exame programado e não substitui uma avaliação obstétrica diante de sintomas.
A gestante deve procurar orientação médica ou atendimento se apresentar:
- sangramento vaginal;
- perda de líquido;
- dor intensa;
- febre;
- contrações frequentes ou dolorosas;
- redução dos movimentos fetais, quando já existe um padrão habitual percebido;
- qualquer outro sinal indicado como alerta durante o pré-natal.
Ultrassom morfológico do segundo trimestre em Maringá
Na Clínica Origem de Medicina Fetal e Diagnóstica, em Maringá, o ultrassom morfológico do segundo trimestre é realizado pelo Dr. Leandro Valim dos Reis e equipe, com avaliação sistemática da anatomia fetal e atenção ao contexto de cada gestação.
Durante o atendimento, as estruturas são analisadas conforme a possibilidade técnica e a posição do bebê. Quando algum achado exige investigação, a paciente recebe orientação sobre os próximos passos e as possíveis avaliações complementares.
Agende seu ultrassom morfológico na Clínica Origem
Se você está se aproximando do período do ultrassom morfológico do segundo trimestre, entre em contato com a Clínica Origem para consultar os horários disponíveis.
Clínica Origem de Medicina Fetal e Diagnóstica
Av. Joaquim Duarte Moleirinho, 2124 – Sala 02
Jardim Betty – Maringá/PR
WhatsApp: (44) 99175-5544
Este conteúdo possui caráter informativo e não substitui o pré-natal, a avaliação médica individualizada ou o atendimento obstétrico diante de sintomas.
Perguntas frequentes
Com quantas semanas fazer o morfológico do segundo trimestre?
O exame pode ser realizado aproximadamente entre 18 e 24 semanas. A Clínica Origem pode adotar uma janela preferencial dentro desse período, conforme seu protocolo e a avaliação médica.
Toda gestante deve fazer o exame?
Diretrizes internacionais recomendam que o ultrassom do segundo trimestre seja oferecido a todas as gestantes como parte do acompanhamento pré-natal, inclusive quando o morfológico do primeiro trimestre apresentou resultado dentro do esperado.
Precisa estar com a bexiga cheia?
Na maioria dos casos, não há preparo complexo. A orientação pode variar conforme o protocolo da clínica e a possibilidade de complementação transvaginal. Confirme no momento do agendamento.
O exame é feito pela barriga ou por via transvaginal?
A avaliação da anatomia fetal é realizada principalmente pela via abdominal. A via transvaginal pode ser utilizada para medir o colo uterino, avaliar a localização da placenta ou complementar imagens específicas.
Dá para ver o sexo do bebê?
Muitas vezes, sim, desde que a posição do bebê permita. Entretanto, a identificação do sexo não é o objetivo principal do exame.
O morfológico detecta todas as doenças?
Não. O exame avalia principalmente alterações anatômicas visíveis ao ultrassom. Algumas doenças genéticas, metabólicas, funcionais ou de manifestação tardia não podem ser identificadas por esse método.
Resultado normal elimina a possibilidade de síndrome de Down?
Não. O morfológico pode identificar marcadores ou alterações associados a condições cromossômicas, mas não confirma nem exclui sozinho a síndrome de Down.
Precisa fazer o segundo trimestre se o primeiro morfológico estava normal?
Sim. Os exames avaliam fases diferentes da gestação. Algumas estruturas são observadas com mais detalhes no segundo trimestre, e determinadas alterações podem não estar visíveis no primeiro exame.
O exame pode precisar ser repetido?
Sim. Isso pode acontecer quando a posição do bebê impede a visualização de todas as estruturas ou quando algum achado precisa ser acompanhado. A repetição não significa automaticamente que exista um problema.
Ultrassom 3D ou 4D substitui o morfológico?
Não. As imagens em 3D ou 4D podem complementar a visualização em algumas situações, mas não substituem a avaliação anatômica sistemática realizada no modo bidimensional.
